A bolsa de valores e os brasileiros: CEO da Empiricus analisa a performance de investidores

No mês de março de 2019 o país conseguiu chegar a um total de 1 milhão de investidores na bolsa de valores. Esse número não engloba as empresas, apenas os indivíduos que investem na modalidade de pessoa física. O registro do ápice da procura por esse tipo de aplicação foi abordado pelo site Money Times, bem como pelo portal da companhia Empiricus, que se especializou em publicações inerentes ao meio financeiro.

De acordo com o Money Times, havia quem esperasse que o Brasil chegasse a um número de investidores 5 vezes maior do que a marca alcançada em março. Dentre os agentes do mercado financeiro que se mostravam mais otimistas está Edemir Pinto, da Bovespa. A expectativa para o país foi feita com base na performance de outros países, conforme a publicação.

Os Estados Unidos, por exemplo, tem em sua população um dos números mais expressivos de investidores individuais, ou seja, que não representam empresas e contam apenas com patrimônios pessoais. Mas, segundo o site, outras localidades com economias mais modestas também conseguiram atingir um patamar elevado de investidores. Na Ásia há um dos países que melhor ilustram a situação mencionada: a Coreia do Sul. A empresa Empiricus conseguiu apurar que tal nação asiática se destaca no mercado financeiro há aproximadamente uma década.

Não é preciso que se analise países do outro lado do mundo para se perceber que existem nações com economias subdesenvolvidas, mas com um interesse maior no mercado financeiro, principalmente no que tange a quem é pessoa física. Na própria América do Sul há duas nacionalidades que tem apresentado crescimento nesse aspecto. São os chilenos e os colombianos, informam publicações veiculadas pela Empiricus.

As informações obtidas pela companhia em questão são decorrentes da própria dinâmica de funcionamento da empresa. A observação do comportamento de quem planeja investir ou de fato investe sempre foi objeto de análise da Empiricus, sobretudo quando da época em que foi inaugurada, ainda no ano de 2.009, quando os negócios eram visto sob primas diversos dos verificados na atualidade. A principal meta da corporação era ter conhecimento de quem poderia ser um novo cliente para a empresa de editoriais financeiros.

Tratando-se de uma empresa voltado ao mercado editorial, que contempla exclusivamente a parcela de leitores interessados no mercado financeiro, a Empiricus, conforme especialistas na área, foi uma das companhias que participaram e ainda participam do processo de crescimento desse tipo de investidores. Dessa maneira, gestores da companhia se mostram satisfeitos com o avanço do país nesse quesito, ainda que isso tenha ocorrido de forma modesta.

A empresa revelou em seu site que uma pesquisa feita em meados de 2.018 apontou que os brasileiros que agora são assinantes das publicações antes tinham predileção pela realização de aplicações na poupança, em comparação com a bolsa de valores. Esse comportamento se modificou, segundo a empresa, mostrando que muitas dessas pessoas tornaram-se investidoras da bolsa em uma proporção maior do que a observada na poupança. Os principais incentivos da companhia são voltados aos investimentos em mercado de capitais e em formas tradicionais de atuação no mercado financeiro.