Repasse de R$ 3,6 bilhões irá atender cinco ministérios em estado de urgência

Uma decisão tomada pelo Governo Federal e anunciada no dia 2 de maio de 2019 permitirá que o Ministério da Economia faça o remanejamento de R$ 3,6 bilhões em verbas destinada a atender demandas com grande necessidade de investimento. Serão cinco ministérios que irão receber o apoio deste repasse devido a necessidade de investimentos de extrema urgência, sendo um deles o Ministério da Infraestrutura, que terá um repassa de R$ 2 bilhões principalmente para ser utilizado em pavimentações de estradas e rodovias em todo país.

As notícias sobre esse remanejamento de dinheiro público já estão sendo especuladas desde abril deste ano, e agora estão confirmadas. O repasse para a pavimentação de rodovias e estradas é uma das estratégias do atual governo para evitar uma nova greve de caminhoneiros no Brasil. Já o programa Minha Casa Minha Vida deverá receber com o remanejamento de R$ 800 milhões, pois esse é um dos programas em situação extremamente crítica. Algumas obras estão ameaçadas de serem encerradas por falta de dinheiro e a atual fase do programa é extremamente crítica devido a falta de dinheiro.

Após um bloqueio de R$ 30 bilhões anunciados no mês de março deste ano, diversas pastas apresentaram dificuldades de manter as ações básicas em pleno funcionamento da máquina pública. Devido a isso, os ministérios da Cidadania e Mulher e Comunicações irão receber os recursos que estavam bloqueados. Porém, o atual governo irá fazer o bloqueio de 11 ministérios, irá cortar recursos da Presidência e Vice-Presidência da República e outros cortes caso ainda exista a necessidade.

Com os bloqueios anunciados, o Ministério da Educação irá perder R$ 1,5 bilhão no repasse vindo do Governo Federal. Já o Ministério da Defesa terá um bloqueio de R$ 725 milhões, assim como o próprio Ministério da Economia, que terá um bloqueio de R$ 487 milhões. Esses cortes de verbas importantes para as demandas são devido a arrecadação federal estar abaixo do que deveria. Uma nova análise sobre o total de receitas arrecadadas e o total de despesas terá um novo balanço divulgado em junho deste ano. Caso novos recursos sejam liberados ou novos cortes anunciados, o atual governo não irá hesitar em suas decisões.