FipeZap divulga queda nos preços de imóveis residenciais entre janeiro e abril

De acordo com dados divulgados pela pesquisa FipeZap, entre janeiro e abril de 2019 houve uma redução de 1,7% no preço médio dos imóveis residenciais. As notícias sobre os novos dados foram divulgadas no dia 7 de maio de 2019 através do levantamento realizado todos os meses pelo índice.

Os dados divulgados já contam com a alta que também foi registrada ao longo do período, que é de 0,38%. No entanto, considerando que a inflação esperada para os primeiros quatro meses é de 2,12%, o preço médio dos imóveis residenciais acabou ficando em queda entre janeiro e abril deste ano.

Para a coleta de dados, a pesquisa faz o acompanhamento de anúncios de imóveis entre um total de 50 cidades do país. Entre as capitais monitoradas pela pesquisa, apenas 2 apresentaram um aumento no preço médio dos imóveis acima da inflação esperada para esses 2 meses, sendo elas: Manaus, Brasília, Florianópolis e Goiânia. Em relação as quedas também observadas nesses 4 primeiros meses do ano, a pesquisa destacou as seguintes capitais: Curitiba, João Pessoa, Recife e Campo Grande.

Considerando apenas os preços por metro quadrado, Rio de Janeiro ainda é a cidade que possui a média de preço mais cara do país, sendo estipulada em R$ 9.476. A segunda cidade com o metro quadrado mais caro é São Paulo, que tem o preço médio estipulado em R$ 8.899.

Mesmo com a queda observada nesses primeiros quatro meses do ano, a pesquisa FipeZap destacou outros dados relevantes, como o aumento do preço médio dos imóveis residênciais nos últimos 12 meses. Neste parâmetro, o acumulado dos últimos 12 meses aponta uma alta de 0,26%, um valor pequeno que aparece ainda abaixo da inflação esperada para o mesmo período, que é de 4,97%.

Já na comparação entre os meses de 2019, a passagem do mês de março para abril registrou uma alta no preço médio dos imóveis. Mesmo com a inflação esperada para esse período, que foi estipulada em 0,6%, o mês de abril apresentou alta no preço médio de imóveis residênciais no total de 0,14%.